Anel Flor de Lótus com Zircônias Negras e Yantra Om (Símbolo Om) ao centro – Número 17 - Prata 925 - Aroma & Magia
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Anel Flor de Lótus com Zircônias Negras e Yantra Om (Símbolo Om) ao centro – Número 17 - Prata 925

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Este anel exclusivo com a Flor de Lótus, cravejado em suas extremidades com oito Zircônicas Negras, e dentro dela o Yantra Om (Símbolo Om), em prata pura (925), que é considerado pelos yogas como o mantra mais importante de todos, é uma peça ímpar para quem é dedicado ao budismo e ao yoga.
A Flor de Lótus, contam as lendas que os quatro elementos (ar, terra, fogo e ar) numa reunião se juntaram para criar uma planta que os unisse mesmo em momentos de separação.
Daí tiveram a idéia de criar uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela.
A idéia pareceu digna de experiência.
- Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes.
- Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste.
- Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta.
- Eu porei todo o meu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores.
Dito e feito.
Os quatro irmãos começaram a sua obra.
Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores.
O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha.
Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana.
Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades.
Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".
A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).
Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas.
No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.
Por isso, no Feng Shui a posição de Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram.
Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual.
Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua.
Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.
O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável joia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana. Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara. A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.
O Om (para nós brasileiros) é formado pelo ditongo das vogais A e U, e a nasalização, representada pela letra M.
Por isso é que, às vezes, aparece grafado Aum.
Essas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho: "este Átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m, são os três primeiros estados de consciência, e esses três estados são os três sons".
O Om é a vibração que emana da voragem primordial da criação.
O Om é uma flecha, um traço de luz lançado pelo arco da consciência, que atravessa as trevas da ignorância em direção ao alvo, o Imanifesto.
Suas três curvas representam os estados físico, mental e supramental, e o ponto no interior do círculo incompleto representa a verdade que os domina.
O yantra, o símbolo, é o equivalente gráfico do mantra.
O mantra é a alma do yantra e este, por sua vez, funciona como uma ferramenta para concentrar a consciência sobre o princípio que simboliza.
A imagem se sobrepõe à vibração e se funde com ela.
O símbolo é a representação da fonte de todas as manifestações, a pulsação criativa que engendra os mundos.
Então, por que não manifestar e buscar toda sua energia com esse anel?
Uma excelente opção em anel para quem busca sua paz interior.
Suas três curvas representam os estados físico, mental e supramental, e o ponto no interior do círculo incompleto representa a verdade que os domina.
De dimensões medianas: 2,4 cm de diâmetro x 0,3 cm de espessura na parte traseira do anel pode ser o seu amuleto para o seu dia-a-dia.
Material: Prata de Lei – 925
Como o anel é numerado, apenas na numeração 17, pedimos que visite um joalheiro ou relojoeiro para verificar a sua numerações correta, pois o mesmo está em nosso estoque para envio imediato.
Ah! Não adianta procurar outra peça dessa, seja em lojas físicas ou virtuais, pois foi confeccionada, após minuciosa escolha de peças, exclusivamente para um de nossos amigos.

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