Anel Talismã de Proteção Cruz Ansata (Cruz Ank / Cruz Ankh / Cruz Cóptica) - Vida / Ressurreição - Prata 925 - Aroma & Magia
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Anel Talismã de Proteção Cruz Ansata (Cruz Ank / Cruz Ankh / Cruz Cóptica) - Vida / Ressurreição - Prata 925

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Ankh, (pronuncia-se "anrr" nas línguas semitas como hebraico e árabe a junção das consoantes k e h cria o som de dois r em um fonema a partir da garganta como uma expiração) conhecida também como cruz ansata (ansada), era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida.

Conhecido também como símbolo da vida eterna.

Os egípcios usavam-na para indicar a vida após a morte.

A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada.

Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

Este Anel Talismã  de Proteção Cruz Ansata (Cruz Ank / Cruz Ankh / Cruz Cóptica) - Vida / Ressurreição, em prata 925, simboliza o direito à vida.

O significado do Ank (Ansata) se liga fundamentalmente aos conceitos de vida e morte, ou melhor, de vida eterna (Nem Ank).

Muitas vezes representam um Deus estendendo o Ank ao Faraó.

Um exemplo disso está no túmulo de Amenhotep II onde vemos o Ank sendo-lhe entregue por Osíris.

Ele é segurado pelo círculo como uma chave, a chave que abriria os portões da vida após a morte.

O Ank também é conhecido como a 'Chave do Nilo', representando a união entre Osíris e Ísis, que originava as cheias periódicas do Nilo, fundamentais para a sobrevivência do povo egípcio (daí se pode tirar um sentido de transformação pelo qual era encarada a morte pelos egípcios, onde o nascer e morrer poderia ser comparado com o fluxo do rio, previsível e imutável, com suas cheias e secas.

E sempre cíclico, daí a idéia de uma provável reencarnação.

Na tumba de Tutancâmon, um porta-espelho dourado foi encontrado na forma de um Ank, num claro jogo de palavras, porque a palavra egípcia para espelho também é "Ank".

As pessoas carregavam este símbolo como um amuleto para a longevidade (provavelmente por isso nos RPGs esse símbolo é usado pelos vampiros, significando imortalidade).

Por suas semelhanças com a cruz cristã, o Ank chegou a ser assimilado pelos cristãos cópticos, de forma que também é conhecido como a Cruz Ansata, Cóptica ou Egípcia.

Faz parte também do símbolo da Ordem Rosacruz (AMORC).

Metaforicamente, a cruz representa a união/intersecção do céu e da terra.

Posteriormente, contudo, veio a ser proscrito e identificado como um símbolo pagão (todo símbolo que não é cristão é pagão) e foi levianamente adotado pelo ocultismo e satanismo.

É óbvio que o caráter satânico que deram ao Ank é fruto da ignorância e leviandade com que usam esse símbolo.

O que mantém a energia de um símbolo é o pensamento que se faz dele.

Não o pensamento de uma ou 10 pessoas, mas sim da coletividade, durante um certo tempo.

O Ank é um símbolo que foi criado como uma coisa boa (a chave para o "outro lado", a vida eterna) mas que hoje está sendo imantado de pensamentos negativos por parte de uma maioria ""burra"" que o usa achando que é um símbolo de vampiro, de ocultismo, de magia negra.

Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia.

Quanto ao seu significado, há várias teorias.

Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição.

Muitos, sem ter qualquer conhecimento sobre a história de Ankh, acabam afirmando que este é um símbolo originalmente satânico ou um símbolo criado por algum culto de magia negra, porém, acredita-se que o seu real significado (que originalmente era egípcio) aponta para uma direção oposta a da cultura popular, pois a ideia mais aceita é de que o ankh na verdade seja um símbolo relacionado a vida.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida.

Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização.

Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia.

A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Andrew H. Gordon e Calvin W. Schwabe especulam no livro The Quick and the Dead de 2004 que os simbolos Ankh, Djed e Was tem uma base biológica derivados da cultura de criação de gado do antigo Egito (ligado á crença egípcia de que o sémen era criado na coluna vertebral), assim:

O Ankh, símbolo da vida, vértebra torácica de um touro (visto em corte transversal);

O Djed, símbolo da estabilidade, a coluna vertebral de um touro;

O Was, símbolo do poder e dominação, o pênis seco de um touro símbolo da deusa Wosret ou Wasret.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas.

Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III.

Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.

No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60.

É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega.

O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra.

Em outras situações, está associado aos vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade.

Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente o ciclo vital da natureza.

E diziam também que quem usa este simbolo em algum lugar do corpo, estaria protegido pelos deuses egípcios.

O ankh popularizou-se no Brasil no início dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa.

O selo dessa sociedade possuía um ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os "Degraus da Iniciação", ou a chave que abre todas as portas.

Numa outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir.

Em relação à Sociedade Alternativa, a realidade é que a intenção de Raul não era fundar uma comunidade concreta, tinha que ser algo anárquico, mais espiritual do que material, seria uma revolução interna do ser humano.

Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e à subcultura gótica através do filme The Hunger – Fome de Viver (1983), em que David Bowie e Catherine Deneuve protagonizam vampiros em busca de sangue.

Há uma cena em que a dupla, usando ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi's Dead, do Bauhaus.

Assim, elementos como a figura do vampiro, o ankh e a banda Bauhaus podem atuar num mesmo contexto; neste caso, a subcultura gótica.

Possivelmente, através deste filme, o ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da subcultura, de uma forma geral.

Mais tarde a personagem Morte, da HQ Sandman, seria o mais famoso ícone na cultura pop relacionando o ankh e a subcultura gótica.

Desse modo, vemos que o ankh não sofreu grandes variações em seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado a várias culturas diferentes.

Mesmo assim lhe foi atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem a sua origem e significados reais, associando este símbolo a grupos e seitas satânicas ou de magia negra.

O símbolo também representa o Kemetismo, uma religião neopagã que cultiva as crenças do Egito Antigo.

Simbolo da banda 69 eyes, a banda Norte Americana Kiss, mundialmente conhecida por suas máscaras (maquiagem), já usou a Ankh em um de seus integrantes.

Vinnie Vincent foi o guitarrista solo da banda que tocou em Creatures of the Night e em Lick It Up usando a maquiagem de "The Ankh Warrior".

A banda HIM também usa colares da cruz, o skatista profissional Bam Margera usa camisetas com a cruz.

A cantora mexicana Thalia também usou a Ankh representando a letra T de seu nome, em seus discos e nos respectivos materiais de divulgação.2

Depois dessas explanações todas, basta apenas escolher a que melhor se encaixa ao seu desejo e adquirir seu anel.

Dimensões aproximadas: 2,2 cm de largura (medido pela cruz) x 0,1 cm de profundidade.

Material: prata 925.

Caso não tenhamos a numeração desejada, no momento da confirmação financeira de seu pedido, devido à delicadeza da peça e seu finíssimo processo de confecção, ela poderá ter um tempo de confecção de aproximados 10 dias, motivo pelo que agradecemos, antecipadamente, sua compreensão!

A numeração deste anel pode ser do 10 ao 32, e sua escolha deve ser baseada em uma consulta ao seu joalheiro ou relojoeiro que possua um anelário (medidor de dedos) para evitar que sua jóia chegue em tamanho diferente do que você necessita, o que acarretará devoluções e custos de reenvio que correrão por conta dos nossos amigos, motivo pelo qual, sempre frisamos a necessidade de avaliação anterior à compra.

No momento apresentamos as medidas que temos disponíveis a pronta entrega e se elas não forem as suas, marque uma delas e mencione a sua medida no campo Comentários/Número para que possamos atender seu pedido.

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