Anel Vazado Serpente do Amor - Dan (A Cobra Sagrada) - Símbolo de Felicidade, Poder e Amor - Aço Inox - Importado - Aroma & Magia
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Anel Vazado Serpente do Amor - Dan (A Cobra Sagrada) - Símbolo de Felicidade, Poder e Amor - Aço Inox - Importado

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Este Anel Vazado Serpente do Amor - Dan (A Cobra Sagrada) - Símbolo de Felicidade, Poder e Amor - Aço Inox - Importado com duas serpentes (cobras) unidas por uma fina linha, também vazada, demonstra toda a sensibilidade desse réptil que muitos temem, pelo seu veneno.

O culto à serpente remonta desde o início dos séculos.

Os romanos e os gregos foram os primeiros a prestarem o culto à cobra, sendo os responsáveis pela sua propagação.

No Egito, a serpente era venerada e encarregada de proteger locais e moradias.

Cleópatra era uma sacerdotisa que venerava a serpente.

Todos os seus pertences e adornos eram em formato de cobras e similares.

Este ritual cresceu através do Rio Nilo para as diversas regiões africanas.

No Antigo Dahomé, esta adoração se intensificou e lá Dan, como é chamada a Serpente Sagrada, transformou-se no maior símbolo daquele povo, também sendo chamado pelo nome de Vodun-Besen.

Já os yorubás chamavam esta Divindade de Oxumarê ou a Cobra Arco-íris; e os Bantos, tinham uma Divindade similar chamada de Angôro.

Mas, Oxumarê, como é mais popularmente conhecido no Brasil, é o Orixá que determina o movimento contínuo, simbolizado pela serpente que morde a própria cauda e enrola-se em volta da terra para impedí-la de se desgovernar.

Pela crença yorubá, se Oxumarê perder a força, nosso planeta vaga solto pelo espaço, sendo o fim de tudo.

A Serpente do Arco-Íris é a Cobra da felicidade e do lucro, pois cerca os sete sentidos da vida: a Fé, o Amor, o Conhecimento, a Razão, a Lei, o Saber e a Geração da vida.

Já a cobra coral representa o poder, ela devora os outros ofídios, inclusive a cobra negra sem matá-la, apenas engolindo-a, portanto, a cobra coral simboliza a esquerda, tendo força da direita e da esquerda.

No caso da serpente dourada, ela simboliza a natureza pura. Ela funciona como chave da vida, ideia de metamorfose. O saber puro, anula a ignorância.

É na Índia que a serpente é mais reverenciada.

No hinduísmo, existe um grande respeito pelos animais, sobretudo a vaca, o macaco e a serpente.

São considerados sagrados porque, preferencialmente, é neles que a divindade costuma se manifestar.

Vishnu, a segunda deidade da trindade hindu, é o responsável pela proteção, manutenção e preservação da criação, além disso, possui relação intrínseca com a serpente.

É apresentado deitado em uma serpente de mil cabeças, flutuando num oceano de leite. Neste caso, é chamado de Narayana, “aquele que mora nas águas cósmicas”. De seu umbigo sai um lótus onde está Brahma, o criador. A seus pés, está sua consorte Lakshmi, representando a beleza e a riqueza que devem se curvar diante do Absoluto. Envolvendo o lótus está uma serpente, Shesha, ou Ananta, que simboliza a eternidade.

Essa serpente possui mil cabeças voltadas para o Senhor Vishnu, que representa o ego com seus mil desejos e pensamentos que reconhecem o Absoluto.

A serpente também está presente na ioga, por meio da meditação kundalini.

Os hindus crêem que a serpente e o homem se distinguem de todas as outras espécies animais.

Para eles, se o homem se encontra no final de uma escala genética evolutiva, a serpente deve ser colocada no início dessa escala.

Kundalini Sakti, a energia dormente e enroscada, é o potencial vasto da energia psíquica contida em todos nós, segundo os princípios hindus.

Normalmente, o símbolo dessa energia é uma serpente enroscada em três voltas e meia, com a calda na boca e espiralando em torno de um eixo central (“sacrum” ou “osso sagrado/’) na base de nossa coluna.

O despertar dessa serpente e a manifestação de seus poderes são o objetivo primário da prática kundalini yoga, cujo objetivo é despertar a serpente Sakti que, quando está pronta para se desdobrar, ascende pelos chakras espinhais para se unir com Shiva, a “consciência pura que permeia todo o Universo”.

Por seu movimento e renovação cíclica, a serpente foi o animal mais freqüentemente associado com o fluir do sangue menstrual.

Pelo hábito de recolher-se nas reentrâncias da terra para hibernar, bem como se desfazer anualmente de sua pele, como um recém-nascido se desfaz da placenta, a serpente é considerada símbolo de continuidade da vida e da conexão com o mundo profundo.

Como emblema das divindades auto-criadas, representa a fonte de todas as potencialidade, tanto materiais quanto espirituais.

E neste sentido também representa a primordial natureza instintiva humana, a força de vida potencial e animadora que surge das profundezas do ser.

Como uma das muitas epifanias da Deusa, quer represente o Sol ou a Lua, a vida ou a morte, a sabedoria ou a paixão cega, o reino espiritual ou o reino físico, nos relatos cosmogônicos este animal primordial e misterioso habita o oceano primordial, do qual tudo emerge, ao qual tudo retorna.

Como ouroboros, a serpente que morde seu rabo, simboliza o caráter cíclico de todo ser, o fim que se une ao começo.

Neste sentido, ainda faz parte de uma visão integrada da vida humana.

Sua associação com vida, fertilidade, rejuvenescimento e regeneração faz dela um símbolo de imortalidade, razão pela qual é sempre encontrada junto à Árvore da Vida, possibilitando o acesso a ela.

Nas diferentes partes da África, a força primordial da criação é concebida como a "serpente cósmica", uma das criaturas mais amplamente encontradas nas diversas mitologias.

No começo, o poder serpentino se enrolou em torno da terra disforme, mantendo-a coesa, e ainda tem essa função.

Ela se move constantemente, seu fluxo espiral pondo os corpos celestes em movimento.

Seu poder criativo está intimamente associado com às águas e o arco-íris.

Na cosmologia andina, as serpentes representam o mundo profundo (ukupacha).

Entre os incas do Peru, todas as coisas retornam ao útero da Mãe Terra para serem transformadas.

Entre os astecas, a mãe das divindades era Coatlicue, que dá a vida e a toma na morte.

Nos mais antigos dias dos povos do México, a mãe Coatlicue escondia-se no nebuloso topo da montanha no país de Aztlan, enquanto seus servos-serpente viviam dentro das cavernas da montanha.

Desta casa secreta ela deu nascimento à luz, ao sol e a todas as estrelas no céu,

Representando bem mais do que fertilidade sexual, as serpentes hibernam no inverno e reaparecem na primavera.

Por isso, eram consideradas pelos egípcios como a vida da terra.

Nos livros dos mortos egípcios, é dito que ela oscila entre amar e odiar os deuses.

Por este seu aspecto duplo, era usada para representar poderes sagrados benéficos e hostis.

Quando benéfica, estava protetoramente ereta, como na fronte dos faraós.

Quando hostil, era a serpente Apófis, que diariamente ameaçava o sol em sua trajetória noturna.

As divindades-cobra eram sempre femininas.

De registros do antigo Egito, sabemos que a imagem da cobra era o sinal hieroglífico para a palavra "Deusa" e que a cobra era conhecida como "o Olho", uzait, um símbolo de insight místico e sabedoria.

Na tradição aborígine australiana, o poder do sangue menstrual é designado e identificado mitologicamente como uma grande serpente.

Esta força semelhante ao arco-íris, de cor vermelho-sangue, é entendida como característicamente maternal.

Na mitologia da terra de Arnhem, no centro-norte da Austrália, "tornar-se um arco-íris" é um encanto menstrual.

A serpente representa, simbolicamente, o poder criador universal manifestado pelo sangrar da mulher.

Descrita como amante da água, detectora de odores, envolvendo as mulheres e, acima de tudo, amante de sangue, a serpente "não é outra coisa que o poder simbólico da ‘inundação’ ou do ‘fluxo’ das mulheres".

Segundo a astrologia chinesa o ano 2013 foi regido pela Serpente de água.

Conta a lenda que há mais ou menos cinco séculos antes de nossa era, o Senhor Buddha convidou todos os animais da criação, prometendo-lhes uma recompensa.

Quase todos os animais desdenharam o chamado do divino sábio, mas doze animais se fizeram representar.

Para agradecer esses animais, o Buddha ofereceu a cada um deles um ano que lhe seria dedicado daquele momento em diante, que traria seu nome e seria impregnado com seu simbolismo e suas tendências psicológicas específicas, marcando, de tempos em tempos, o caráter e o comportamento dos homens que nascessem nesse ano.

Se você tem a Serpente como animal na astrologia chinesa eis um resumo das característica de um ano regido pelo signo da Serpente:

Para o horóscopo chinês a Serpente simboliza boa-sorte nas áreas profissionais.

Segundo a sabedoria chinesa o signo da Serpente, traz sorte e dedicação nos negócios.

Também, na festa de seu ano, é a hora de atrair um novo amor.

O signo da Serpente confere-nos uma forte sensualidade e vontade de experimentar.

O ciúme será intenso e controlador e por isso poderá existir alguma tensão nas áreas amorosas.

Fortemente intuitiva a Serpente domina a arte de administrar, controlar, é rápida e decidida.

A Serpente é também símbolo da cura em muitas culturas, mas somente a cura terá êxito se os tratamentos forem seguidos rigorosamente.

A troca de pele, características deste animal, confere a capacidade de renovação, tanto física como mental.

A Serpente é paciente, inteligente e flexivel.

A Serpente é o símbolo de Oxumaré que também é o arco iris, sinal de bons tempos, de bonança.

É o Orixá da riqueza, do dinheiro, chamado carinhosamente de o banqueiro dos orixás.

É a cobra sagrada Dan, orixá de prosperidade, fartura e lucro.

Tambem é a beleza das cores, é o arco-iris, que vai colorir o céu, anunciando coisas boas.

É o fenômeno da natureza que gera o colorido do céu, a hipnose da cobra, a felicidade dos lucros.

Por isso, há poucos animais no mundo tão ricos em significados simbólicos quanto a sepente.

Ofídio sagrado ou representação do mal, habitante dos pântanos, da lama, da turfa, rastejando nas terras profundas, príncipe dos meandros, silenciosa e sinuosa, ela surge dos confins mais obscuros do nosso inconsciente, cujos sonhos e fantasmas alimenta incessantemente, fazendo surgir, sucessivamente, angústias e desejos, atração ou repulsão.

Para a maioria dos povos, a serpente desempenha um papel extraordinariamente importante e bastante multiforme como símbolo; deve-se ressaltar sobretudo sua posição privilegiada no reino animal (locomove-se sobre a terra, não tem pernas, vive em tocas e sai de ovos como os pássaros), sua aparência fria, lisa e cambiante, sua picada venenosa, seu veveno - usado também como antídoto - e sua muda periódica.

Muitas vezes encontrada como rival do homem, também mostra-se como animal protetor, guardiã das áreas sagradas ou do Reino dos Mortos, animal com alma, símbolo sexual (masculino, devido a sua forma fálica e, feminino, devido a seu ventre) e símbolo da renovação permanente (em razão da troca da pele).

A cobra e o símbolo da fertilidade em Canaã e de força política no Egito, a figura mítica da serpente é a primeira a sacudir as estruturas da Bíblia Sagrada, trazendo a imagem da tentação, do demônio, assumindo a maternidade do pecado.

A maldição da serpente é uma etiologia que procura explicar o porquê do comportamento atual hostil e traiçoeiro da serpente com relação ao homem.

Acredita-se que a serpente é assim porque foi amaldiçoada por Deus por haver seduzido o primeiro homem.

Considerada pelos judeus um ser antes de tudo ameaçador e incluído no Antigo Testamento entre os animais impuros, a serpente - imagem original do pecado - também simboliza a inteligência.

Quando Deus castigou a desobediência dos israelitas com uma praga de serpentes venenosas e aladas, ele ordenou a pedido de Moisés que se fizesse uma serpente de bronze: quem fosse mordido pelas serpentes venenosas e contemplasse a serpente de bronze permaneceria vivo.

Portanto, uma serpente de bronze dessa espécie foi durante muito tempo objeto de culto e considerada pelo cristianismo a primeira imagem simbólica de Cristo, devido a seus aspecto benéfico.

A Antiguidade conheceu também inúmeras figuras de serpentes míticas e simbólicas de Cristo, geralmente sob a forma de seres híbridos e monstruosos (Quimera, Equidna, Hidra).

No pensamento simbólico dos egípcios, a serpente tem um papel essencial e bastante multiforme; conheciam-se, por exemplo, diversas deusas-serpentes e uma deusa-cobra que vigiava o crescimento das plantas.

O destino também foi venerado muitas vezes sob a forma de uma serpente.

Ao lado disso, encontram-se inúmeras serpentes mitológicas (aladas, com pés ou com várias cabeças etc.).

A serpente Uraeus representava uma deusa de muitos nomes; via-se nela a personificação do olho do deus-sol; segundo as concepções mitológicas ela se empina junto ao Sol ou junto à testa do deus-sol e aniquila os inimigos com seu hálito de fogo; por ser símbolo de domínio e proteção, ela aparece representada na testa dos faraós egípcios.

Contudo, o inimigo principal do deus-sol e da ordem do mundo, Apophis, também tem a forma de uma serpente.

Além disso, no Egito, foi encontrada pela primeira vez o símbolo do Ouroboros, a serpente que morde a própria cauda, símbolo do eterno recomeço.

No culto do deus da medicina da tradição greco-romana, a serpente do bastão de Esculápio (Asclépio), em referência à sua mudança de pele, tem um papel importante como símbolo da auto-renovação permanente da vida.

A mitologia hindu conhece as najas: serpentes mediadoras entre deuses e homens, ora benfeitoras, ora malfeitoras (como outras serpentes em outras culturas) e ligadas ao arco-íris.

No "Livro dos Mortos" tibetano: "Eu sou a serpente Sata, que mora nas partes mais distantes da terra. Eu morro, renasço, me renovo e torno a ficar jovem todos os dias".
    
No Oriente, no Yoga tântrico e no Budismo tântrico do Tibete, ela encarna a Kundalini, canaliza o fluxo de energias essenciais que circulam da raiz da coluna vertebral até a extremidade superior do crânio, ligando os planos vitais, mentais e suprapsíquicos, constituindo o despertar e a liberação da Serpente Kundalini, uma das etapas decisivas da realização espiritual e suscitando a eclosão de poderes paranormais, tais como a telepatia, a vidência ou a levitação.

Na China, está ligada à terra e à água, sendo por conseguinte um símbolo yin.
    
A serpente Midgard da antiga mitologia nórdica é gigantesca e nefasta; ela rodeia a terra (Midgard) figurada como um disco: um símbolo da ameaça permanente à ordem do mundo.

Segundo a interpretação psicológica, a serpente e a cobra, são símbolos fálicos.

Por isso, fala-se que, sonhar com uma serpente, especialmente enrolada no pescoço, é advertência de que se é um escravo de repressões ou paixões sexuais.

De acordo com o "Dicionário dos Sonhos", de Lady S. Robinson & Tom Corbett, existem várias interpretações de sonhar com cobras, das quais citamos algumas abaixo:

- Sonhar com cobras é sinal de várias perturbações, obstáculos e traições.
- Sonhar que se foi mordido pressagia período de lutas contra circunstâncias adversas. Se a cobra era uma naja, há uma advertência especial quanto à possibilidade de acidentes durante as próximas semanas.
- Se havia uma cobra em torno de você, que não conseguia se livrar, está avisado de que há traição onde menos se espera.
- Sonhar que se está rodeado de cobras e não se consegue matar mais que uma ou duas indica o perigo de uma fraude grave, da parte de pessoa em quem se confia. Todavia, se foi possível matar (ou livrar-se) das cobras, é sinal de que você será bem sucedido, apesar das dificuldades.
- Andar por entre cobras, sem tentar matá-las, dá a entender que você virará a mesa e ultrapassará as pessoas que lhe querem impedir o caminho.
- Sonhar que se está brincando com tais bichos insinua o perigo de ser enganado por amigos sem princípios (ou sócios).
- Um encantador de serpentes em atividade indica que você terá que defender sua reputação contra a maledicência.

Bem, por esses motivos e explicações, além de toda mitologia e significados que a Serpente possui, acreditamos que você adorará ter em seu dedo esse delicado anel.

Lembramos que por esse preço e por tratar-se de produto importado, em aço inox, possuímos algumas unidades apenas das numerações apresentadas acima., que deverão seguir brevemente para nossos amigos que nos acompanham pela beleza e delicadeza da peça, motivo pelo qual pedimos que verifique sua numeração junto a uma joalheria/relojoaria que possua um medidor de dedos (anelário), para evitar trocar que correm por conta do cliente (na devolução e reenvio).

Mais um produto que, dificilmente, você encontrará em lojas esotéricas (físicas ou virtuais) por tratar-se de produto importado.

Material: aço inoxidável em tom prata.

Dimensões aproximadas: de 2,2 a 2,3 cm de diâmetro x 0,7 cm de largura.

Poucas peças, garanta já a sua, pois não temos previsão de recebimento de nova remessa!

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