Colar com Expressão Ioga (Yôga / Yoga / Yóga) Escrita em Sânscrito - Prata 925 - Aroma & Magia
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Colar com Expressão Ioga (Yôga / Yoga / Yóga) Escrita em Sânscrito - Prata 925

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Ioga ou Yoga (em sânscrito e páli: योग, IAST: yoga, AFI: [joːgə]) é um conceito que se refere às tradicionais disciplinas físicas e mentais originárias da Índia.

A palavra está associada com as práticas meditativas tanto do budismo quanto do hinduísmo.

No hinduísmo, o conceito se refere a uma das seis escolas (āstika) ortodoxas da filosofia hindu e à sua meta rumo ao que esta escola determina como suas práticas.

Os principais ramos da ioga incluem a raja-ioga, carma-ioga, jnana-ioga, bacti-ioga e hata-ioga.

A raja-ioga, compilada nos Ioga Sutras de Patanjali e conhecida simplesmente como ioga no contexto da filosofia hinduísta, faz parte da tradição Samkhya.

Diversos outros textos hindus discutem aspectos da ioga, incluindo os Vedas, os Upanixades, o Bagavadguitá, o Hatha Yoga Pradipika, o Shiva Samhita e diversos Tantras.

A palavra sânscrita yoga tem diversos significados e deriva da raiz yuj, que significa "controlar", "jungir" ou "unir".

Algumas das traduções também incluem os significados de "juntando", "unindo", "união", "conjunção" e "meios".

Fora da Índia, o termo ioga costuma ser associado tipicamente com a hata-ioga e suas asanas (posturas) ou como uma forma de exercício.

Um(a) praticante avançado(a) da ioga é chamado de iogue, enquanto o iniciante ou admirador da prática chama-se ioguin.

Os primeiros falantes do sânscrito arcaico foram os áryas ou arianos, fundadores da civilização vêdica.

Os mais antigos textos da Humanidade, os Vedas, datam da Idade Vêdica, entre o sétimo e o quarto milênio aC.

Foram transmitidos com surpreendente exatidão ao longo dos milênios por tradição oral, e transcritos apenas durante o II milênio aC.

William James, que descobriu a origem comum das línguas indo-européias e foi o primeiro estudioso desta língua, escreveu em 1786: "A língua sânscrita, seja qual for a sua antiguidade, possui uma estrutura maravilhosa; mais perfeita que o grego, mais rica que o latim e mais elegantemente refinada que ambos, ela mantém ao mesmo tempo com ambas línguas, tanto no que se refere à raiz dos verbos quanto às formas gramaticais, uma afinidade mais forte que a que pudéssemos esperar quiçá por mero acidente. Tão forte que nenhum filólogo poderia analisar as três línguas sem chegar à convicção de que procedem de uma mesma fonte, que talvez já não exista."

Ao longo da sua existência, essa língua evoluiu e depurou-se: samskrita significa precisamente refinado, por oposição às línguas prakritas, naturais, vernáculas, porém faladas secularmente.

Assimilou todavia influências de linguagens dravídicas e austro-asiáticas como o munda (da mesma família que as línguas Mon-Khmer, da Ásia Oriental), do qual herdou, entre muitas outras, as palavras lingam (signo, falo), pújá (oferenda) e mayúra (pavão).

Trata-se de uma língua erudita que a partir do final da Idade Vêdica passou a ser utilizada apenas pelos detentores do conhecimento filosófico e religioso.

Isto cria uma série de dificuldades em relação à interpretação do sentido de muitas expressões que não possuem uma tradução direta e precisa em línguas ocidentais.

Originalmente preservado como língua sagrada, o sânscrito passa a ser utilizado igualmente com propósitos seculares a partir do período clássico da civilização indiana.

Com o surgimento da escrita nágarí , é usado para redigir tratados sobre ritual, filosofia, gramática, astronomia, legislação, etc.

O sânscrito clássico, vigente nessa época, se diferencia do mais antigo, falado no período vêdico.

O sânscrito consta de quatorze vogais e trinta e seis consoantes, o que o torna um tanto hermético para os não iniciados: as nuances de pronúncia chegam a ser imperceptíveis aos ouvidos desabituados.

Consequentemente, muitos dos seus sons são irreproduzíveis em outros idiomas.

Não possui acentuação marcada ou forte mas apenas uma sucessão de sílabas curtas e longas, com inflexões tônicas e musicais.

O acento sobre a vogal implica alongamento.

No devanágari, alfabeto utilizado no sânscrito, o termo é originalmente escrito desta forma: योग. Provém da raiz sânscrita yuj, que significa "jungir", "cangar", "arrear", "atrelar", "prender", "juntar".

A raiz "yuj" também significa "adequar", "preparar" ou "utilizar", quando se refere a animais.

A idéia de que a raiz "yuj" poderia significar "unir" no sentido de "integrar" (física ou misticamente) surge possivelmente a partir de uma afirmação vedantina que define o Ioga como a "união" entre o Jivatma e o Paramatma, que na verdade passam a ser um só.

Mas "yuktam" (que é o particípio passado desse verbo) não significa "unido", mas "atrelado", "preparado" ou "adequado".

Ioga interpretado como "união" nos meios vedantinos, carece de sentido principalmente no Advaita Vedanta, onde tudo é Brâman, o Absoluto que abarca tudo o que existe, então não há a necessidade de "união", pois qualquer desunião, separação é mera ilusão (Maya), por isso há a descoberta da união sempre existente, a descoberta de Brahman em todas as coisas, inclusive no próprio indivíduo.

No Ioga Sutra essa interpretação de ioga como "união" também carece de sentido, pois somos e sempre fomos em essência o Purusha, a consciência incondicionada e eterna, que não precisa ser unida a nada, muito pelo contrário precisa ser desidentificada dos processos fenomenológicos da natureza (Prakrti).

Os textos hindus que discutem aspectos da ioga incluem principalmente os Upanixades, o Bagavadguitá,o Hatha Yoga Pradipika e o texto mais importante de todos, o Ioga Sutra.

No Bagavadguitá:

"É dito que Ioga é equanimidade da mente". "Ioga é a excelência nas ações".

No Ioga Sutra:

"Ioga é o recolhimento das atividades da mente".

Comentários de Vyasa aos Sutras de Patanjali:

"Ioga é Samadhi".

Nos Upanixades:

"Não conhece doença, velhice nem sofrimento aquele que forja seu corpo no fogo do Ioga. Atividade, saúde, libertação dos condicionamentos, circunspecção, eloquência, cheiro agradável e pouca secreção, são os sinais pelos quais o Ioga manifesta seu poder."

"A unidade da respiração, da consciência e dos sentidos, seguida pela aniquilação de todas as condições da existência: isso é o Ioga."

"Quando os cinco sentidos e a mente estão parados, e a própria razão descansa em silêncio, então começa o caminho supremo. Essa firmeza calma dos sentidos chama-se Ioga. Mas deve-se estar atento, pois o Ioga vem e vai."

Particularmente no Brasil, mas também em Portugal e outros países, há uma certa polêmica em relação à ortografia do termo, devido às inúmeras convenções utilizadas para a transliteração de idiomas escritos em caracteres diferentes dos latinos, como o grego, o hebraico e as línguas da Índia.

As grafias atualmente propostas aparecem em quase todas as variações possíveis: "yôga", "yoga", "yóga" e, por fim, "ioga", única forma em língua portuguesa que é considerada ortograficamente correta.

No Ocidente, alguns autores diferenciam conceitualmente a palavra dependendo de sua grafia.

Ironicamente, apesar de a palavra significar união, as diferenças também partem das diversas formas de se pronunciar a palavra ou redigir o termo transliterado.

Na pronúncia do termo sânscrito, ouve-se a primeira e segunda letras (considerando a palavra transliterada para o alfabeto latino) soando rapidamente, o Ô fechado e uma leve prolongação desta letra. O 'ga' é soado rapidamente com o 'g' quase mudo. Podemos ouvir a pronúncia ideal da palavra no subcontinente indiano, principalmente na Índia, já que muitos termos derivados do sânscrito estão sendo preservados pelo hindi, idioma indo-ariano comumente utilizado neste país.

Noutros países em que a filosofia vem sendo praticada com grande entusiasmo observa-se variações interessantes. Na Argentina, a variação é encontrada na pronúncia CHôga, garantindo o som chiado do "y" falado nesta região. No Brasil, a divergência fonética é sobre a letra 'O'.

No Brasil existem diversas linhas de ioga, incluindo todas as citadas acima, cada uma com suas conceituações filosóficas e práticas.

Após essas explicações sobre a palavra e o sânscrito, quer seja você um iogue ou ioguin, adquira já seu colar.

Dimensões aproximadas da corrente, banhada em ródio (garantindo uma maior durabilidade da peça): 40 cm de comprimento (aberta - com o alargador passa a 45 cm) x 2,1 cm de largura x 1,2 cm de altura (da expressão em sânscrito) sendo suas partes (frontal e traseira) lisas e deverá ser colocada como apresentada na foto.

Material: Prata de Lei, 925.

Caso não o tenhamos em estoque no momento da confirmação financeira de seu pedido o mesmo poderá demorar cerca de 15 dias para ser confeccionado, motivo pelo qual contamos com sua compreensão!

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