Pulseira Masculina Serpente com Duas Cabeças - Símbolo do Ouroboros - Origem da Vida / Movimento Universal - Couro e Aço Cirúrgico (Aço 316L) - Importada - Aroma & Magia
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Pulseira Masculina Serpente com Duas Cabeças - Símbolo do Ouroboros - Origem da Vida / Movimento Universal - Couro e Aço Cirúrgico (Aço 316L) - Importada

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O ano de 2013 foi regido pela Serpente.

Segundo os chineses, o ano novo iniciou em 13 de fevereiro, pois eles se baseiam no calendário lunar, que dura doze meses e 29 dias, e não no calendário solar, usado aqui no ocidente e nosso velho conhecido.

Para os chineses, o Ano da Serpente trará uma temporada de muita reflexão, planejamento e procura por respostas.

A Serpente carrega consigo um aspecto positivo, de muita sorte.

Será um ano em que nos sentiremos protegidos por nossa própria sabedoria.

Muitos desastres que se iniciaram no ano do dragão tendem a culminar no ano da serpente.

Dentre os cinco símbolos chineses dos animais celestiais mais antigos e poderosos, a serpente é aquele que mais fortemente encerra toda uma complexidade de arquétipos.

Presente em todas as culturas de qualquer época espalhadas pelos cinco continentes, sua imagem mitológica assume sempre um papel fundamental, associada que está, antes de tudo, à essência primordial da natureza, à fonte original de vida, ao princípio organizador do Caos, anterior à própria Criação.

A serpente guarda em si intrigantes paradoxos; se por um lado exprime uma ameaça, já que de seu veneno pode sobrevir a morte, por outro, resume no processo de renovação de sua pele escamosa todo o intrincado mistério da vida, que se atualiza em movimento rejuvenescente.

Tudo na natureza se transforma, prova-o a troca de pele das víboras, símbolo também da ressurreição.

As serpentes podem estar associadas a cultos solares ou lunares, a sociedades matriarcais ou patriarcais, (quando assumem valores masculinos ou femininos); podem significar a luz ou as trevas; a vida ou a morte; o bem e o mal; a sabedoria ou seu oposto, a paixão cega.

Tanto quanto as energias Yin e Yang expressam no taoísmo as polaridades negativa e positiva que estão por detrás de toda manifestação da natureza, as serpentes, miticamente, ocultam em si a síntese desta dicotomia universal.

Uma das figuras mais intrigantes do simbolismo alquímico, presente milenarmente em diversas culturas, é a da serpente que morde o próprio rabo e opera, num movimento circular e contínuo, todo o processo dinâmico e transformador da vida.

"Meu fim é meu começo", diz a cobra nesse ato mágico de devorar-se e cuspir-se, a representar a unidade indiferenciada da vida, e seu caráter divino implícito na perfeição do círculo.

O tantrismo roga que entre cada um dos ciclos de vida e morte do Universo há um período de repouso durante o qual Vishnu, o princípio conservador de Brahma, repousa sobre Ananta, a serpente da eternidade.

Nesta condição atemporal, Shiva, o princípio desorganizador de Brahma, está imiscuído de modo indiferenciado em seu próprio poder, Shakti.

Quando Shiva inicia sua dança, o universo é então criado, e Shakti, operando agora como Prakriti (energia primordial incapturável e imperceptível da qual todas as formas de vida evoluem) desenvolve todo o Universo desde os tattva (mundos) mais sutis até os mais densos, até criar a mente, os sentidos e a matéria sensível sob suas cinco formas, éter, água, fogo, terra e ar.

Quando Shakti penetra no último e mais grosseiro dos tattva, a "terra", ou seja, a matéria sólida, sua missão está acabada.

Shakti aí adormece sob a forma de Shesha, a serpente que sustenta o mundo, até a próxima era da nova Criação.

Shesha nada mais é que um correlato da serpente cósmica Ananta, o infinito, e sua função é a de suportar o orbe e tudo o que nele se manifeste.

Shesha e Ananta compõem, respectivamente, o sono divino e o divino despertar de Brahma. (definições extraídas do artigo de Paulo Urban da Revista Planeta nº 341 / fevereiro/2001).

Albert Pike, em seu livro, Morals and Dogma [p. 496], explica: "A serpente, enrolada em um ovo, era um símbolo comum para os egípcios, os druidas e os indianos. É uma referência à criação do universo".

A forma circular do símbolo permite ainda a interpretação de que a serpente figura o mundo infernal, enquanto o mundo celeste é simbolizado pelo círculo.

A roda da existência é um símbolo solar, na maior parte das tradições.

Ao contrário do círculo, a roda tem certa valência de imperfeição, reportando-se ao mundo do futuro, da criação contínua, da contingência, do perecível.

O ouroboros costuma ser representado pelo círculo. O que parece indicar, além do perpétuo retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução.

Pode-se referir que o ouroboros, ou símbolos semelhantes, constam de obras alquímicas, nas quais significa “alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o um em dois, que contém em si mesmo o três e o quatro, “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha todas as coisas”.

Registre-se ainda, na tentativa de avançar pistas para a raiz etimológica da palavra “ouroboros”, que em copta “ouro” significa “rei” e em hebraico “ob” significa “serpente”.

Se o segundo símbolo constante da nossa imagem for uma alcachofra, diga-se que esta é tida por alguns 4 o análogo vegetal da fénix, pois após ser submetida ao calor a sua flor perde o colorido e fica totalmente branca, posto o que renasce.

Geralmente, nos livros antigos, o símbolo vem acompanhado da expressão "Hen to pan" (o um, o todo). Remete-se assim, mais uma vez, ao tema da ressurreição, que pode simbolizar o “novo” nascimento do iniciado.

Por exemplo, ao perceber-se num estado mental atípico (além das formas habituais) procurar olhar a si mesmo.

O Círculo simboliza o céu cósmico e a atividade do céu, que produz, regula e ordena. A proteção está assegurada em seu limite. Por isso, as pessoas utilizam os cordões (pulseiras, cintos, argolas e braceletes) com o propósito de afastar os inimigos ocultos.

É o signo da unidade e do tempo. Para os espiritualistas, é o símbolo do limite mágico.

É curioso notar que nas religiões monoteístas (judaísmo e cristianismo), a representação circular não é encontrada em suas construções, por ser um símbolo feminino.

Também exprime o sopro da divindade, sem princípio nem fim.

É considerado como o aspecto positivo da vida e totalidade da psique, ao contrário do quadrado, que revela a idéia da matéria terrestre. O círculo representa o elemento água.

Elemento: Água - forma circular - três quartos da Terra são cobertos de água, três quartos do peso de uma pessoa são de água - a essência da vida. Os sons da água ampliam a vibração desse chakra, permitindo um fluxo sem obstruções.

Nadis são correntes, canais, corredores ou filamentos de energia vital que circulam por todo o corpo, alimentando a vida e movimentando os Chakras.

Normalmente, os Chakras são pequenos, não apresentando mais do que 5 centímetros de diâmetro. Com a prática de mantram, Yoga, meditação, os Chakras aumentam de tamanho e sua luz se expande. Sua aparência pode ser descrita como circular, luminosa, tal qual um pequeno CD girando. Cada um tem uma cor, mantra e elemento que o estimula, seu movimento é ininterrupto, estão associados às glândulas do corpo físico e funcionam como centros de captação, contenção e distribuição de energia para todo o corpo.

O círculo: simboliza a ausência de distinção ou de divisão – a totalidade indivisa. É o ponto estendido a partir do ponto primordial da criação – o “ovo do Mundo”. O movimento circular é perfeito, imutável, sem começo e sem fim o que o habilita a simbolizar o tempo.

Por isso, o círculo simboliza o próprio céu, o mundo espiritual invisível e transcendente. A passagem do quadrado ao círculo – na mandala, por exemplo – é a da cristalização espacial ao nirvana; passagem da Terra ao Céu. Por isso, o Paraíso terrestre era circular, a projeção da esfera celeste.

Também é a imagem símbolo de uma realidade psíquica interior do homem: aconchego e proteção (a forma circular do seio materno, primeira forma geométrica que percebemos nesse mundo) e erotismo e sensualidade (linhas onduladas), compulsão, apelo emocional, prazer. Como forma natural, sua cor é o azul por representar o céu.

Apenas como informação o aço cirúrgico não descasca, não escurece, não causa alergia e é ecologicamente correto possuindo uma qualificação acima do aço inox.

Uma distinção importante a ser feita, no entanto, é entre o aço inox simples, que em joalheria é representado em geral pela liga 304, e o aço cirúrgico, representado pela liga 316L.

O aço cirúrgico é hipoalergênico, ou seja, as chances de causar alergia são muito menores que os outros.

Quando testados em pacientes alérgicos, estes produtos não causam alergia em 98% dos casos.

Mas não confunda, hipoalergênico não é a mesma coisa que antialérgico que evitam a alergia e são medicamentos e não metais.

O aço 316L tem uma composição muito semelhante ao aço 316, com exceção do conteúdo de carbono.

O aço 316L, ao manter o conteúdo de carbono abaixo de 0,04%, inviabiliza as possibilidades de precipitação de carbono, aumentando assim a resistência à corrosão.

Este aço apresenta também uma maior resistência à corrosão intergranular, bem como uma boa resistência à maioria dos químicos, sais e ácidos.

A presença do molibdénio na sua composição ajuda à resistência em ambientes marinhos.

A liga 316 é considerada a liga cirúrgica, ou seja, este aço tem uma composição adequada para uso em implantes e tem como característica marcante o fato de poder ser utilizado até por quem sofre de alergia assim como em peças feitas para piercings.

Sua superfície altamente polida é ideal, porque evita o acúmulo de sujeira.

Os cuidados para manter sua joia em aço em bom estado são simples: lave-a com sabão ou detergente suave ou mesmo neutro.

Use uma esponja de nylon fino para dar um trato e depois enxague com bastante água, secando bem a peça com um pano macio.

Achamos por bem dar todas as explicações sobre o elemento circular (que é o da pulseira), desde os primórdios, para sua análise completa, sendo completada pela exclusividade da peça, importada, que apresentamos em uma quantidade mínima e limitada, mantendo assim o atendimento quase que exclusivo que damos aos nossos amigos.

Se você busca uma pulseira com estilo, essa é a para você.

Peça já a sua e seja uma das três pessoas a possuir essa pulseira que é muito mais que um elemento circular: é um protetor com as cabeças de serpentes com e a junção total de bom gosto e exclusividade.

Dimensões aproximadas: de 21 a 21,5 cm de comprimento (total) x 1,5 cm de largura nas cabeças (aço 316L) x 0,8 cm de largura (no cordão de couro preto trançado que é o corpo da peça) e 3 cm de comprimento x 1,3 cm de largura e diâmetro (pelos detalhes das cabeças da serpente).

Material: couro preto trançado e aço cirúrgico (316L - aço banhado a titânio).

Produto importado!

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