Pulseira Estilo Cinto (Retrô) - Proteção Contra Maus Espíritos - Prata 925 - Importada - Aroma & Magia
  Carregando... Por favor, aguarde...
Contate-nos por e-mail!
Aroma & Magia

Pulseira Estilo Cinto (Retrô) - Proteção Contra Maus Espíritos - Prata 925 - Importada

  • Imagem 1
  • Imagem 2
  • Imagem 3
  • Imagem 4
  • Imagem 5

Preço:
R$ 67,77
Código:
5694
Peso:
1,100.00 Grams
Duvida:
Entrega:
Quantidade:

Descrição do Produto

Para apresentamos nossa Pulseira Estilo Cinto, achamos por bem apresentar suas origens e curiosidades para que sua decisão de comprar a sua torne-se mais fácil.

O anel, em todos os níveis da interpretação, relaciona-se com o do cinto, principalmente no plano espiritual, conforme se deduz do antigo costume romano em virtude do qual o flâmine, sacerdote de Júpiter, não tinha o direito de usar um anel, a menos que fosse partido e desprovido de pedra.

A razão desta proibição provinha da ideia de que toda a espécie de elo ou aro que rodeasse completamente uma parte do corpo do operador encerrava nos limites desse último o seu poder sobrenatural, impedindo-o de agir no mundo exterior.

No plano esotérico, o anel possui poderes mágicos e por ser uma redução do cinto, protetor dos locais que guardam um tesouro ou um segredo.

O cinto é, antes de mais nada, uma peca de vestuário e, até mesmo, a primeira dentre essas pecas, se se der crédito às narrativas de gênese, tal como a da Bíblia, e conforme as observações etnográficas que parecem concordar sobre esse ponto.

E é isso que diferencia fundamentalmente seu campo simbólico do campo da fivela.

A fivela parte do cosmo, o cinto parte do homem.

Preso em torno da cintura por ocasião do nascimento, o cinto religa a unidade ao todo, ao mesmo tempo que liga o indivíduo.

Toda a ambivalência de sua simbólica resume-se nesses dois verbos.

Ao religar (atar, ligar bem), o cinto tranquiliza, conforta, dá força e poder; ao ligar (apertar, prender), ele leva, em troca, à submissão, à dependência e, portanto, à restrição – escolhida ou imposta – da liberdade.

Materialização de um compromisso, de um juramento, de um voto oferecido, muitas vezes o cinto assume um valor iniciático sacralizante e, materialmente falando, ele se torna um emblema visível, muitas vezes também glorificante, que proclama a força e os poderes dos quais seu portador está investido: tais como, por exemplo, as faixas dos judocas nas diferentes cores, os cinturões dos soldados, aos quais estão penduradas suas armas, a faixa do presidente da câmara municipal (em França), e os inúmeros cintos votivos, iniciáticos ou usados nas ocasiões solenes, mencionados nas tradições e ritos de todos os povos.

Assim, na Índia, segundo o ritual de iniciação, o enrolamento da faixa reveste-se de alta significação.

Após ter oferecido suas oblações, o mestre vai-se postar ao Norte do recinto (onde se realiza a cerimônia), com o rosto voltado para o Oriente; o rapaz, por sua vez, coloca-se a Leste do recinto, como rosto voltado para o Ocidente.

A seguir, o mestre segura a faixa enrolando-a ao redor da cintura do rapaz, da esquerda para a direita, de modo a dar três voltas.

Cada vez que termina de dar uma volta, pronuncia a seguinte fórmula:

Ela veio, protegendo-nos de malefícios, purificando nossa pele, revestindo-se ela própria de força, graças à potência de seus sopros, a faixa sagrada, a Deusa cordial!           

A faixa é, justamente, no exemplo acima citado, iniciática por si mesma, símbolo de proteção, de purificação e de força.

Sua potência reside nos sopros (poderes misteriosos que animam ou inspiram), cujo sentido espiritual e divino indicamos no verbete correspondente.

A faixa (ou cinto) é qualificada na fórmula acima de deusa cordial.

Seus nós podem fazer pensar no nó de Ísis do Egito antigo, que era, por sua vez, signo de vida, símbolo também ele de proteção, de pureza, de força e de imortalidade.

Na Bíblia, o cinto é igualmente símbolo de união estreita, de constante ligação, no duplo sentido da união na benção (Salmo, 76, 11) e da tenacidade na maldição (Salmo, 109, 19).

Vestia a maldição como um manto: que ela o penetre como água, e como óleo em seus ossos! Seja-lhe como roupa a cobri-lo, como um cinto que sempre o aperte!

Os judeus celebravam a Páscoa, de acordo com a ordem de Jeová, usando um cinto em volta da cintura.

O viajante usa um cinto: o que significa que ele está pronto a enfrentar o perigo. A composição desse cinto simboliza a vocação daquele que o usa, pode indicar a humildade ou o poderio, e designa sempre uma escolha e um exercício concreto dessa escolha. Esta é a razão pela qual, na passagem em que Cristo diz a Pedro “quando eras jovem, tu te cingias, mas virá um tempo em que outro te cingirá” (João 21, 18), quer dar a entender que, a princípio, Pedro escolheria seu próprio destino e que, depois, sentiria o apelo de uma vocação.

O cinto protege contra os maus espíritos, da mesma maneira que os cinturões de proteção ao redor das cidades as protegem dos inimigos.

... Entre os Antigos, o ato de cingir-se os rins para a caminhada ou para toda ação viva e espontânea era tido como prova de energia e, por conseguinte, de desprezo por qualquer espécie de fraqueza; era, ao mesmo tempo, a marca da castidade de costumes e da pureza de sentimentos... e, além disso, segundo São Gregório, é o símbolo da castidade.

E é também nesse sentido ligado ao de continência que se deve interpretar, igualmente, na tradição cristã, o cordão usado pelo sacerdote para celebrar a missa, ou o cinto de couro ou de corda com o qual os monges cingem os rins; se bem que o símbolo esteja longe de terminar nessa imagem, porquanto os rins (ou o lombo), segundo a Bíblia, simbolizam o poderio e a força (Salmos 17, 28, 40), mas também a justiça (Isaías 11, 5).

A partir daí, compreende-se mais plenamente por que certas regras monásticas, tal como a de São Basílio, prescrevem aos monges que durmam vestidos, com os rins cingidos por um cinto.

Um comentário de Dionísio o Areopagita confirma esse importante aspecto do símbolo, bem como sua interpretação em um sentido a um só tempo material e sublimado: as inteligências celestes, escreve ele, estão revestidas de uma roupagem e de um cinto, cujo significado é preciso que seja compreendido simbolicamente: Os cintos significam o cuidado com o qual elas conservam suas potências genésicas; o poder que possuem de recolher-se, de unificar suas potências mentais voltando-se para dentro de si mesmas, curvando-se harmoniosamente sobre si no círculo indefectível d sua própria identidade. Aqui, o cinto amplia seu simbolismo, como o testemunha a arte cristã, estendendo-o à fecundidade espiritual obtida através da concentração mental, ao mesmo tempo em que à permanência da identidade pessoal, que é um dos aspectos mais importantes da fidelidade. Ser infiel é mudar de identidade; ser fecundo é multiplicar sua identidade.

Poderíamos citar uma infinidade de exemplos em que aparece, em todos os graus, a estreita relação entre as palavras cinto, castidade e fecundidade. É o caso do cinto que as viúvas (na Idade Média) costumavam depositar sobre a tumba de seus maridos, quando renunciavam à sua sucessão; como também o desses cintos maravilhosos, condenados pelos concílios por serem mágicos, e que se supunham capazes de facilitar os partos. Toda essa simbólica também aproxima o cinto – no qual o viajante guardava seu dinheiro e pendurava suas armas – da cornucópia (atributo da abundância).

Se o fato de amarrar o cinto (ou faixa) significa realizar um voto, o ato de desamarrá-lo significará, portanto, romper esse voto.

A tradição muçulmana, ao referir-se a um cristão que abjura sua fé para entrar no Islã, diz que ele rompe seu cinto.

Para um magistrado ou para um soldado, desatar o cinto significa renunciar ao exercício de suas funções, desarmar-se, render-se; neste caso, existe metonímia entre o cinto e as armas que a ele estão seguras ou a função da qual o cinto é a insígnia.

Se o cinto não for voluntariamente abandonado, e, sim, arrancado pela força, arrebatado por outrem, esse ato torna-se uma degradação, uma mutilação, uma violação.

No mundo greco-romano, quando se dizia, fazendo referência a uma jovem, que ela havia desatado seu cinto, significa que se entregara.

Surge aqui, ao inverso do cinto de castidade, passivamente  imposto pelo amo e senhor, o cinto de virgem que as jovens costumavam usar com orgulho, até a noite de núpcias, quando o esposo e desatava.

Festus nos diz que: Esse cinto era feito de lã de ovelha e significava que, da mesma maneira que tal lã, tosada em flocos, estava unida a si mesma, assim também o marido está unido, pelo cinto e uma estreita ligação, à sua mulher.

Cabe ao marido desatar esse cinto, amarrado com o nó... de Hércules, como presságio de que ele será tão feliz, pela descendência numerosa, como o foi Hércules, que deixou setenta filhos.   

Sonhar com Cinto: Desejo de mudar de ambiente. Se tirar um cinto, indica necessidade de um aumento de segurança.

Enfim, explicamos essas variações do cinto (mesmo que seja no formato dessa delicada pulseira, com venda exclusiva na Aroma & Magia) para que possa adornar seu pulso ou presentear com muito bom gosto com um produto único.

Deixe seu comentário sobre o produto

Comentários sobre o produto

Este produto não foi comentado ainda. Seja o primeiro a comentar sobre este produto!

Últimos Visualizados por você:

Os últimos produtos visualizados:


Aroma & Magia
Televendas:
info@aromaemagia.com.br
Horário de Atendimento:
24 Horas no Ar!
 

São Paulo - Capital - Não Possuímos Loja Física